Quando a energia para, o mundo para. Esse cenário ficou evidente em 2021, quando um ataque hacker paralisou o maior oleoduto da costa leste dos EUA, o Colonial Pipeline, causando uma crise no abastecimento de combustíveis e impacto direto em aeroportos e postos de combustíveis.
Por que o setor de energia é um alvo de ataques cibernéticos?
Muitos sistemas no setor elétrico foram projetados em uma época em que a cibersegurança não era prioridade. Conforme destaca Diego Santos, Gerente de Unidade de Negócios da Automa, "esses sistemas continuam operando com baixo grau de atualização e difícil integração com soluções modernas". Essa vulnerabilidade torna as redes de energia alvos constantes de ataques, que podem comprometer a segurança energética e a estabilidade social.
Desafios atuais e futuros para a cibersegurança em energia
A digitalização e a evolução tecnológica trazem novos riscos:
- Ataques automatizados por inteligência artificial (IA)
- Ativos em nuvem e redes 5G ampliando a superfície de ataques
- Implementação de arquiteturas Zero Trust em ambientes OT (tecnologia operacional)
- Regulações globais rigorosas, como a NIS2 na Europa
- Uso de digital twins e analytics, exigindo proteção em tempo real
Como a Automa fortalece a cibersegurança no setor elétrico
Na Automa, a segurança começa já no projeto. Nosso compromisso é baseado em:
- Certificação ISO/IEC 27001, padrão internacional de segurança da informação
- Compliance rigoroso com normas e regulamentos do setor, incluindo Submódulo 5.13 do ONS e frameworks globais como NIST e IEC 62443
- Consultoria especializada para modernização e suporte técnico, auxiliando clientes na jornada contínua de cibersegurança no setor de energia
Com essas práticas, a Automa oferece soluções robustas para proteger infraestruturas críticas de energia, garantindo operações seguras e confiáveis.